terça-feira, 16 de outubro de 2018

RESERVA LEGAL DE CARGOS ou LEI DE COTAS PARA PCD






O que é reserva legal de cargos na lei de cotas para PCD?

A legislação estabeleceu a obrigatoriedade de as empresas com cem (100) ou mais empregados preencherem uma parcela de seus cargos com pessoas com deficiência. A reserva legal de cargos é também conhecida como Lei de Cotas (art. 93 da Lei nº 8.213/91).

Quantas pessoas com deficiência a empresa precisa manter contratadas?

A cota depende do número geral de empregados que a empresa tem no seu quadro, na seguinte proporção, conforme estabelece o art. 93 da Lei nº 8.213/91:

I
de 100 a 200 empregados
2%
II
de 201 a 500 empregados
3%
III
de 501 a 1.000 empregados
4%
IV
de 1.001 empregados em diante
5%

Não menos importante que atender as determinações legais, e dar oportunidade de trabalho aos profissionais portadores de alguma necessidade especial é dar a oportunidade a você mesmo de descobrir como pode ser positiva a experiência de trabalhar com pessoas tão verdadeiramente especiais.

Comigo não foi diferente. Estava trabalhando como consultor e gestor na nova instalação da Central de Distribuição de uma rede de supermercados no Rio de Janeiro, realizando a implantação do sistema WMS e normatizando os processos operacionais, quando fui informado pelo RH da empresa que teríamos que fazer a contratação de um PCD.

Nesse sentido, foi feita a contratação de um rapaz autista. Minha primeira reação foi de preocupação de ter uma pessoa autista em uma operação que além de nova para a empresa e para a maioria dos colaboradores, ainda envolve grandes riscos devido à movimentação de máquinas pesadas e caminhões. 

Enfim, tinha receio de que este colaborador viesse a se machucar gravemente. Essa minha primeira reação, deve ser comum a quem nunca teve a oportunidade de trabalhar com uma pessoa "especial".

Em pouco tempo, ele se transformou em um dos mais produtivos colaboradores da nossa operação, não parava de trabalhar e de aprender novas atividades dia após dia, trabalhava com muita determinação, e não demandou nenhum tipo de treinamento especial, diferente do que já usávamos para treinar novos colaboradores que chegavam a nossa empresa. Ele é uma pessoa vital à operação, e sua presença além de muito querida por todos nós, agrega muito valor as nossas tarefas diárias, sendo capaz de motivar a todos.

Então, fica a dica para você que ainda tem receio de contratar um colaborador portador de necessidades especiais. Mesmo que sua empresa não esteja dentro das cotas exigidas pela Lei, dê uma chance a você e a sua equipe de poder trabalhar com uma pessoa tão especial, que vai trazer a todos na empresa um novo olhar para essa importante questão social.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

CONSTRUÇÃO DA CENTRAL DE DISTRIBUIÇÃO DO PAX SUPERMERCADOS


A Palavra que melhor define este importante projeto é sem dúvida, SUPERAÇÃO.

Foi com grande orgulho que participamos do processo de construção, na estruturação física com a layoutização das operações, na parametrização e implantação do sistema WMS para a Central de Distribuição dos SUPERMERCADOS PAX no bairro Oswaldo Cruz - Rio de Janeiro.

Um grande desafio, que nos pôs à prova em todos os conhecimentos de varejo, de implantação de sistemas e dos conhecimentos das rotinas de uma operação logística.

Foram meses de muita dedicação e perseverança até o início das operações da Central de Distribuição, que trouxe à empresa a um novo nível Comercial e Operacional. 

As fotos abaixo ilustram um pouco desse fantástico trabalho.



Promovendo  importantes  parcerias dentro  da empresa  com  as diretorias  envolvidas, o  setor de tecnologia  da informação e  o  departamento  comercial  e  fora  da empresa com  fornecedores de serviços logísticos, desenvolvedores de sistema e fornecedores de máquinas e equipamentos, todos trabalhando num mesmo  sentido, afim de garantir o sucesso  desse desafiador Projeto aos menores custos possíveis.

PARAMETRIZAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA WMS NO VAREJO.





Várias empresas de Tecnologia disponibilizam sistemas de gestão de estoques os “WMS”, que por questões comerciais e de tecnologia, funcionam em conjunto com os sistemas ERP e demais sistemas periféricos de cada empresa, alguns sistemas de gestão de estoques funcionam com outros ERPs, mas isso demanda uma rotina de customização normalmente onerosa.
Cada WMS tem, basicamente, os mesmos recursos no que diz respeito as funcionalidades básicas que vão desde o pedido ao fornecedor até à expedição das mercadorias para os pontos de venda. Nesse sentido, a maior ou menor disponibilidade de recursos extras ocorre pela quantidade de tempo de desenvolvimento que cada empresa reserva a esta ferramenta.
A correta parametrização dessa importante ferramenta de gestão, deve ser feita por profissional qualificado e seguindo as orientações do consultor da empresa de tecnologia que criou a ferramenta. Cada um desses profissionais tem grande importância durante o processo de implantação, um traz informações das políticas e demandas da empresa, e o outro ajusta o sistema as necessidades de cada empresa. Basicamente as empresas de varejo, do mesmo ramo de atuação, seguem as mesmas rotinas operacionais, com pequenas diferenças causadas por esse ou aquele processo executado de maneira diferente.
No entendimento de que há a necessidade que o uso de um sistema de gestão de estoque traga melhores resultados para a estratégica da empresa, seja na questão de ganhar agilidade na distribuição dos produtos, seja no retorno de informações úteis à tomada de decisão, é preciso dar uma atenção especial ao start do uso desse sistema.
Por esta razão, parametrizar corretamente o sistema e implantá-lo com o menor ruído possível as operações da empresa devem ser as metas dos profissionais que cuidam da implantação do WMS.
Alguns pontos são importantes para o sucesso dessa fase do processo, e devem contar com a presença de profissionais com a expertise para realiza-la. Destacamos alguns pontos importantes para o sucesso nessa etapa, que são: A Clara definição do MIX de produtos que vão ser entregues no CD pelos fornecedores, o correto cadastro desses produtos no sistema ERP, as dimensões das embalagens, cada mercadoria deve estar corretamente alocada dentro de sua categoria e subcategoria, a definição do sistema de separação de mercadorias e as normas de cada categoria / subcategoria / produto e subproduto.
Promover testes de utilização do sistema, dentro de um ambiente especialmente criado para esta fase do processo é um diferencial que garante maior efetividade na implantação.
Nesse contexto, se sua empresa necessita de um sistema de gestão de estoque, busque à orientação de um profissional que traga em seu portfólio de conhecimentos, tanto a parte de gestão de varejo, quanto a parte técnica de uso da ferramenta WMS. Essa iniciativa vai reduzir o tempo de implantação do sistema, dando foco aos pontos cruciais evitando custos desnecessários e agregando maior valor a essa fase do processo.

domingo, 27 de maio de 2018

PENSANDO NA PARALISAÇÃO DOS CAMINHONEIROS



a)    Não há um líder único dos manifestantes, o que prejudica a negociação;

b)     Não há um Sindicato representando os manifestantes. Mesmo o Presidente do Sindicato dos Caminhoneiros, não consegue representar todos os interesses;

c)       Não tem nenhum movimento como: CUT, Força Sindical, MTS ou qualquer outro que tenha se unido aos caminhoneiros, e mesmo assim, o movimento está forte e coeso;

d)     Não existe uma única linha de reivindicações, cada grupo tem reivindicações próprias;

e)     As reivindicações são variadas, dependendo do grupo de manifestantes:

1.      No começo era só a redução de Impostos no valor do Diesel (Federais e Estaduais);

2.     Depois a não cobrança de Pedágio por eixo levantado em todas as rodovias;

f)      Existem mais de 500 pontos de bloqueios nas rodovias. Com essa quantidade de pontos fica difícil negociar com todos;  

g)     Comprovadamente o Governo não sabe lidar com situações de crises extremas, demorou a reagir, e quando reagiu, não resolveu nada;

h)     Governo ameaça ao invés de chamar para a negociação, mesmo com todas os transtornos causados pela Greve;

i)       Empresas varejistas de pequeno e médio porte, não têm lastro para resistir a uma crise de abastecimento com tantos dias, e são as mais prejudicadas;

j)       As Duplicatas de Mercadorias compradas estão vencendo, sem que o varejista consiga fazer a reposição para não interromper o ciclo, vital ao varejo;

k)     O Governo não protegeu as refinarias e distribuidoras de combustíveis, e não providenciou até o momento a garantia do abastecimento dos veículos particulares. Isso, pode parar setores que nem se imagina. Policiais não conseguem chegar para trabalhar, Médicos não vão aos hospitais, Professores não dão aulas, Companhias de Abastecimento de Água não têm produtos químicos para deixar a água potável;

l)       Mesmo com dias parados e em crise extrema, não existe, ou não foi anunciado um Plano de Ação, para quando a Greve acabar (O que vai ser prioridade, com tantas emergências? O que vai ser feito com tantas mercadorias estragadas dentro dos caminhões parados?...);

m)   Com o passar dos dias, os caminhoneiros estão ganhando a adesão de outras categorias;

n)     Com a falta de Vendas de Mercadorias e a falta de Produção das indústrias, o Governo está perdendo milhões em arrecadação de Impostos;

o)     Não há logística que possa dar conta da quantidade de demandas a serem atendidas após o término da Paralisação;

p)     São alguns dos Efeito Diretos da Paralisação:
a.      Sem Alimentos
b.     Sem Remédios
c.      Sem Combustível
d.     Sem ração para os animais
e.     Produtos estragando no Campo e dentro dos caminhões parados
f.       Saúde Pública extremamente comprometida, pela falta de insumos básicos
g.      Correspondências não chegam aos seus destinos
h.     Economia parada, ou em ritmo muito lento

Ao que parece, o Governo não acreditou que uma categoria poderia realmente parar todo um país.
Marcelo Bacellar - Consultor em Gestão e Logística 

domingo, 11 de fevereiro de 2018

SUPER RIO EXPO FOOD 2018



Está chegando a hora de rever os Amigos, Clientes e Parceiros de Negócios. Juntos vamos celebrar mais um ano que promete excelentes negócios para todos nós.
Estaremos no evento, prestigiando os expositores, e fazendo novos contatos. Trabalhando nossa Job Network, para somarmos forças e apresentarmos resultados cada vez, melhores.
Esperamos você lá! 

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

CONSULTORIA LOGÍSTICA



Desde novembro de 2016, auxiliando à empresa Pax Supermercados em sua reestruturação logística, onde atuamos desde o planejamento da construção de seu CD de Carga Seca, em Bento Ribeiro, indicando a melhor forma de alocar cada espaço dentro do galpão, auxiliamos na cotação dos porta paletes e também à locação das empilhadeiras e coletores de dados tendo como meta, oferecer equipamentos de ponta com custos justos. Passamos também pela descrição dos processos, desde a compra até a entrega nas unidades de vendas da empresa, pela implantamos cada uma das rotinas operacionais logísticas e foi necessário atualizar os dados logísticos de cada um dos produtos que compõe o MIX do CD de Carga Seca.

Agora, em janeiro de 2018, estamos na fase final para implantação do sistema WMS, terminando a parametrização do sistema e formando as equipes operacionais e da equipe de back office na utilização do sistema WMS da empresa Solidcon.   

Certamente um grande desafio, que estamos conseguindo superar, para auxiliar nosso cliente na informatização de seus processos logísticos, gerando um fluxo de produtos e um contra fluxo de informações relevantes à tomada de decisão da Diretoria da empresa. 

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

SERÁ O INÍCIO DA MUDANÇA DO PERFIL DE COMPRA DO CONSUMIDOR CARIOCA?




Durante os mais de 20 anos que atuo no varejo, venho observando o comportamento do consumidor carioca no que diz respeito às promoções, e tenho notado uma redução em sua sensibilidade as constantes promoções.

Talvez, esse seja um dos motivos, “CONSTANTES”. Não há uma variação muito grande dos itens ofertados semana após semana, pelos supermercado, por uma razão simples: Todos fazem ofertas dos produtos que estão na mente dos consumidores. Então, temos uma repetição constante dos itens. O Mesmo arroz, o mesmo refrigerante, a mesma cerveja... Isso, acaba por transformar preço baixo em “Lugar Comum”, deixando de ter a relevância que se espera das promoções.

Tão ou mais importante que um preço baixo, é um preço justo com valor agregado, que possa ser percebido pelo consumidor. Por exemplo: Em alguns momentos, pagar R$ 0,50 a mais por um produto e não ter que encarrar um mercado cheio e com filas intermináveis é bastante atraente para qualquer consumidor. Tempo é dinheiro! Esta frase nuca foi tão certa.

Anúncios de Redes de Compras cariocas, que tinham como foco central o “Preço”, já buscam mudar este foco, trazendo algum valor agregado aos seus clientes. Hoje, além de falar de preço de forma mais discreta, apresenta algum valor agregado em suas veiculações. Preço já não é mais o primeiro ou único requisito, a busca por valores agregados, que possam ser percebidos pelos consumidores, vem aumentando cada vez mais.

Algumas empresas já notaram essa mudança de comportamento, e estão criando e ofertando serviços complementares aos seus consumidores. Esses serviços não só ajudam a aumentar as vendas, mas também dão fôlego à Margem, já muito sacrificada pelas promoções.  

Trabalhei em uma empresa, que percebeu a necessidade dessa mudança de comportamento em relação aos consumidores e principalmente ao mercado em que ela está inserida. Deixou de dar foco somente nos preços promocionais, passando a dar uma atenção especial aos valores agregados que ela poderia trazer para o seu portfólio. Agora, depois de 3 anos, a empresa retoma o crescimento e vem se destacando dos outros players.
Os grandes Supermercados não vão deixar de dar foco nos preços, mas certamente vão dividir suas atenções com serviços e produtos que agreguem valor aos seus consumidores também.



Autor: Marcelo Bacellar.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017


Clientividade. Palavra nova, que talvez você ainda não conheça, mas que chega com poder de fazer frente à crise. Esse é o título do novo livro de César Souza, consultor, presidente e fundador do Grupo Empreenda, que tem em sua carteira de clientes diversas empresas da lista das 500 maiores e melhores do Brasil. Um dos palestrantes mais requisitados do país, ele costuma afirmar que cliente é muito importante para ficar apenas nas mãos do pessoal de vendas, marketing e atendimento. É com esse tom provocador que ele lança o livro que propõe uma revolução no mundo corporativo: colocar os clientes no centro das decisões dos negócios.
Autor do best-seller “Você é do tamanho dos seus sonhos”, que já passou a marca dos 200 mil exemplares vendidos e que receberá uma edição definitiva em junho pela Best Business, Cesar revela em seu novo livro os principais desafios da gestão de clientes. Baseado em uma ampla pesquisa com mais de mil executivos e dirigentes das maiores corporações brasileiras, o consultor revela, por exemplo, que a maior dificuldade para as empresas é construir uma cultura em que todos os colaboradores e parceiros estejam voltados para o cliente. É por isso que ele defende que o cliente é assunto de todos, do porteiro ao presidente.
Ao apresentar o conceito e mostrar como funciona o princípio da “Clientividade”, Cesar critica o marketing tradicional, que ainda enfatiza os 4Ps (produto, preço, promoção e praça). Segundo o consultor, este modelo não dá a devida prioridade ao cliente. Neste contexto, ele aponta uma reestruturação na definição dos valores de produtos e serviços. Se antes eram os custos que definiam o valor final, agora são os preços que definem os custos:
“Em vez de obter lucros adicionando um percentual em cima de custos de produção, as empresas agora definem o que podem gastar a partir do preço que seus clientes estão dispostos a pagar. Quem dita as regras, atualmente, é o valor percebido pelo cliente”, declara.
Dedicando especial atenção à linguagem e suas intenções, Cesar propõe a substituição dos PDVs (pontos de vendas) pelos PDCs, pontos de compra, o que indica o foco no comprador e não nos vendedores. Outro pilar inovador criado por ele é o “solucionamento”, que vai além do atendimento e do relacionamento ao apresentar soluções integradas que gerem valor, não apenas produto e preço.
Com uma linguagem dinâmica e baseada em situações rotineiras, “Clientividade” indica o caminho para fidelizar os clientes de uma forma constante e rentável, uma estratégia essencial para a sustentabilidade dos negócios, sobretudo, em tempos de crise.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

CADÊ O PRODUTO QUE DEVERIA ESTAR AQUI? – RUPTURAS: CONTROLES e AÇÕES



O Varejo, de um modo geral, sofre constantemente com a questão das Rupturas na área de venda. Muitas dessas faltas de produtos têm as mesmas origens. No varejo de supermercados, muitas rupturas das prateleiras estão dentro dos depósitos das próprias lojas e alguns sistemas de gestão permitem tirar um relatório dos produtos com estoque na loja e sem vendas. Usando este relatório já conseguimos tirar boa parte das rupturas.
Quando encontramos alguma dificuldade para manter o MIX por parte do setor de compras, sugerimos uma ação simples. O uso de uma “agenda de fornecedores”, onde relacionamos cada fornecedor e o alocamos em um dia da semana para atendimento. Essa ação simples, nos ajuda a acompanhar quais fornecedores estamos atendendo, e caso ele não compareça na empresa, podemos enviar o pedido por e-mail e ligar para confirmar o recebimento.
Analisando um relatório de rupturas gerado pelo nosso sistema de gestão, temos que tomar alguns cuidados: O primeiro diz respeito a sujeiras de cadastro (itens que vão ficando no cadastro como ativos, mas não fazemos mais a compra deles). O segundo é excluir o que é produção interna, não que não sejam rupturas, mas aí a tratativa é cobrar que sejam fabricados os produtos em ruptura. E o terceiro é o que consta como ruptura nos relatórios do sistema, mas está comprado e a entrega está atrasada.
Em uma análise fria, todas são rupturas e geram resultados tangíveis e intangíveis ruins para a empresa, mas conhecendo suas causas, fica mais fácil tratar cada tipo de ruptura para que elas cheguem a um nível mais aceitável pela empresa.
Um bom começo para iniciar este trabalho é justamente verificar se existem produtos no estoque da loja, que não estão na área de vendas, e manter um trabalho em conjunto entre o setor de compras e operação das lojas vai ajudar muito na velocidade da redução das rupturas da empresa. Agora que já sabemos por onde iniciar nosso trabalho, mãos à obra e boas vendas!
Autor: Marcelo Bacellar.
Consultor Sênior..


quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

CONGRESSO INFOVAREJO



Não perca a oportunidade de participar de um dos melhores eventos de varejo do Brasil.
Acesse: http://congresso.infovarejo.com.br/