quarta-feira, 20 de março de 2013

ABERTURA DA 25ª EXPOFOOD 2013




Bem montada e com muitas soluções tecnológicas a 25ª EXPOFOODS 2013 traz ao mercado de varejo do Rio de Janeiro inovações e novos players. É uma boa oportunidade para os profissionais do setor se atualizarem e reencontrarem os amigos e parceiros de negócios. O evento vai até quinta-feira dia 21 de março vale fazer uma visita.  

Fonte: Marcelo Bacellar Consultoria 

terça-feira, 12 de março de 2013

GOVERNO FEDERAL ASSINA ACORDO SETORIAL PARA LOGÍSTICA REVERSA

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, assinou ontem, dia 19 de dezembro, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, o primeiro acordo setorial para implantação do Sistema de Logística Reversa de Embalagens Plásticas e Óleos Lubrificantes. Participaram da cerimônia entidades ligadas ao setor, como o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom).
O acordo está previsto na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) – Lei 12305, instituída em 2010 – e determina que fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de produtos que possam representar risco ao meio ambiente e à saúde humana sejam responsáveis pelo recolhimento e destinação das embalagens independente dos sistemas público de limpeza urbana, para que estas sejam reaproveitadas em outros ciclos produtivos ou recebam outro fim.
Durante a solenidade, a ministra afirmou que as novas medidas para controlar o descarte de resíduos sólidos, especialmente aqueles de alta periculosidade, vão ajudar a combater a exclusão social, melhorando a qualidade de vida da população. “Não estamos falando só da indústria. Essa questão envolve o comércio varejista, o consumidor e a mudança de comportamento do governo. Será um aprendizado para todo mundo”, salientou.
As negociações sobre a logística reversa de embalagens plásticas de óleos lubrificantes foram conduzidas, nos últimos dois anos, por grupos de trabalho compostos por técnicos dos ministérios do Meio Ambiente, Saúde, Agricultura e Pecuária, Indústria e Comércio, Fazenda e do setor privado, supervisionados pelo Comitê Orientador para implantação da Logística Reversa (Cori).
Outras propostas de acordos setoriais para implantação do sistema de logística reversa aguardam aprovação do Cori, entre elas a de lâmpadas fluorescentes, descarte de medicamentos e de resíduos eletroeletrônicos.
 
fonte: Revista Tecnologística

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

INDICADORES DE DESEMPENHO


Embora pouco utilizados pelo varejo alimentar, os indicadores de desempenho são essenciais para aumentar vendas e lucro, reduzir custos, melhorar a operação e o atendimento. Sem indicadores e metas para alcançá-los, a empresa fica à deriva

Quando a rede Modelo resolveu criar indicadores de desempenho em sua empresa, 14 lojas em Mato Grosso, não esperava que os resultados fossem tão bons. Com a iniciativa, a empresa se tornou mais eficiente, conseguiu reduzir custos importantes, aumentou as vendas e melhorou o atendimento. Afinal, é só quando se estabelecem indicadores como os de faturamento, margem, custos e, a partir deles, metas para cada setor, é que se consegue identificar problemas, agir sobre eles e obter um desempenho acima da média. "Temos seis grandes indicadores-chaves que dão origem a outros tantos, envolvendo toda a organização", conta Altevir Piovezan Magalhães, sócio da rede. "A partir deles sabemos em que e por que falhamos e como corrigir os erros. São essenciais."

METAS REALISTAS
Para obter indicadores cada vez melhores é importante ter metas que impulsionem a empresa
Todo indicador tem uma meta. E toda meta deve ser realista. Ela não pode ser excessivamente alta, o que a tornaria inalcançável, nem demasiadamente baixa, o que comprometeria o resultado final. Na hora de definir metas, leve em conta dados do mercado local, já que índices nacionais nem sempre traduzem o que acontece na região. Também considere indicadores de cada seção da loja nos últimos anos, além do comportamento de clientes e concorrentes. “É necessário que a diretoria ouça a opinião dos gerentes e responsáveis pelos departamentos, porque são profissionais que sabem o que acontece no ponto de venda. Eles costumam ser muito sensíveis a mudanças que podem afetar os resultados.

Na Coop, 29 lojas em São Paulo, o entusiasmo não é menor. A empresa trabalha com uma média de dez indicadores- chaves que também se desdobram em vários outros para cada área da companhia. No departamento de marketing, por exemplo, mede-se o nível de soluções encontradas para as reclamações dos consumidores.

Celso Furtado, gerente de marketing da Coop, conta que por meio desse indicador foi possível verificar que a cooperativa não tratava bem as queixas e precisava agir. Estabeleceu, então, um prazo de 48 horas para resolver as pendências e, ao fim do período, 90% das reclamações tinham sido atendidas. Na ocasião, definiu-se um detalhado processo para que os problemas futuros não ficassem mais sem solução.


INDICADORES DE DESEMPENHO POR ÁREA
Eles permitem atingir toda a empresa

OPERACIONAL
Quebras e perdas - Mostra prejuízo por setor
Despesas - Indica o que está dentro ou fora do orçado por setor
Produtividade/funcionário - Revela o grau de eficiência da mão de obra
Tíquete médio - Apresenta o gasto médio por compra efetuada
Vendas por setor - Expõe o que está dentro ou fora do planejado
Itens por cupom - Aponta a amplitude da cesta de compra
Manutenção - Mostra o nível de gastos com manutenção em relação ao valor em R$ vendido
Processos - Avalia impacto nos resultados

COMERCIAL
Margem comercial - Indica a diferença entre o custo da mercadoria vendida e a receita de vendas
Estoque - Mostra se os níveis estão acima do apropriado, gerando excedentes, ou abaixo, gerando ruptura
Resultado por categoria - Revela a margem comercial de cada categoria, para cada comprador
Quebras por vencimento - Apresenta nível de produtos descartados por compra errada
Acordos comerciais - Expõe total de bonificações, descontos em duplicatas e demais
verbas oriundas de negociações
Ruptura por setor - Aponta o nível de falta de produtos por compra errada
Eficiência fornecedor - Avalia atendimento de pedido e prazo de entrega

FINANCEIRO
Ciclo financeiro - Compara o prazo médio de pagamento com o prazo médio de recebimento
Cancelamento de cupons - Mede o risco de fraudes no cancelamento de cupons nos checkouts
Despesas e receitas com juros - Indica o nível de eficiência em captação/aplicação de recursos no mercado
Conciliação de cartões - Apura o índice de conferência dos recebíveis por cartão de crédito e débito
Quebras de caixa/tesouraria - Mostra o nível de precisão dos procedimentos de
fechamento de caixa e de tesouraria central
Fluxo de caixa - Apresenta o nível de precisão do planejamento de fluxo de caixa, comparando orçado e realizado
Cruzamento de controles - Traz nível de divergências nas conciliações entre financeiro e contábil

Criar indicadores, porém, pode ser difícil se a empresa deixar de avaliar alguns pontos e tomar alguns cuidados. Veja aqui as recomendações dos especialistas Alexandre Ribeiro, diretor da R-Dias, assessoria para o varejo, e Alejandro Padron, executivo da área de varejo da IBM Brasil.
Por onde começar
Pelo planejamento estratégico. É com base nos objetivos e planos de cada setor que os indicadores são definidos.

Poucos indicadores
Não crie indicadores em excesso, para não engessar a organização. A dica é trabalhar com quatro ou cinco indicadores chaves, como vendas, lucro e custos e, a partir deles, desdobrar para outros, como quebras, tíquete médio e fluxo de caixa, envolvendo todas as áreas e todos os funcionários, com metas bem objetivas para cada segmento.

Avaliações periódicas
É importante que sejam realizadas reuniões com a equipe para controlar a evolução dos indicadores. É dessa forma que se consegue mudar estratégias e táticas que não estão dando certo, para alcançar melhores resultados.

Exemplo de aplicação
Caso se defina como indicador chave o aumento anual nas vendas de 15%, é preciso definir o percentual de cada área. As seções de cada loja poderão, por exemplo, contribuir com aumento de 10% a 20%. Para a garantia da alta esperada no faturamento deve-se também ter outros indicadores, como o de ruptura por seção/loja, acompanhados de um diagnóstico dos processos de compra, transporte e abastecimento.

Freqüência de cálculo
O cálculo dos indicadores nada mais é do que o acompanhamento dos resultados. Essa avaliação pode ser diária ou anual. O que determina a frequência de análise é o seu nível de importância e o período que leva para ser calculado. O de vendas, por exemplo, deve ser diário, pela importância para o resultado final do faturamento da empresa e porque é possível calculá-lo de hora em hora, se for necessário.

Gestores de indicador
São os profissionais que definem o que a equipe deve fazer. Eles também avaliam os indicadores para resolver problemas e até alterar os rumos da estratégia.


SOFTWARES Apurar os indicadores de desempenho é tarefa bastante simples desde que utilizadas as tecnologias de informação
Os sistemas de gestão integrada são os melhores, pois garantem a consistência dos dados e facilitam o cálculo dos indicadores. A maioria já vem com lista de indicadores, mas cada empresa pode criar os seus. IBM, SAP e AM com são empresas que oferecem o produto.

Exemplos de módulos que apontam indicadores:
- Compras
- Gestão de estoque e falta de produto
- Vendas mesmas lojas e vendas por funcionários
- Gestão de pessoas e rotatividade
- Gestão financeira, contas a receber, contas a pagar e fluxo de caixa
- Preços
- Frente de caixa



Fonte: Supermercado Moderno

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Transportadora Americana implementa novo sistema de conferência

A Transportadora Americana (TA) anuncia que está finalizando, neste mês de março, a implementação de seu novo sistema de conferência de carga, agora, totalmente automatizado. Com a novidade, a carga operada na TA recebe uma etiqueta com as informações pertinentes ao seu conteúdo e destino, gerando um código de barra que será lido por um leitor óptico. A conferência é eletrônica, gerando informações atualizadas ao sistema de controle da carga e agilizando o fluxo dentro dos terminais.
Totalmente desenvolvido pela equipe de TI da companhia, o novo sistema opera com banco de dados Oracle, em plataforma Microsoft e com coletores Intermec. Cerca de R$ 2 milhões foram aplicados na aquisição de ferramentas, desenvolvimento do sistema, implantação das mudanças e treinamento de pessoal.
O gerente de Tecnologia da TA, Dalton Vecchini, explica o processo. “Cada carga manuseada na TA passa por quatro etapas de conferência, da chegada ao centro de distribuição à sua saída para o respectivo destino. Todas essas etapas passam, então, a ser eletrônicas, aumentando ainda mais o controle e a agilidade em cada processo”, explica.
Em fase final de implantação do sistema na planta piloto de 12.000 m², em Americana (SP), o novo processo segue para as demais unidades a partir de um cronograma que contemplará os oito centros de distribuição da empresa e suas maiores filiais, automatizando todo o sistema da TA até o final do ano. “Vamos ganhar em produtividade, maior confiabilidade do sistema e uma dinâmica operacional mais inteligente em cada unidade”, ressalta. O executivo diz que ainda não há números operacionais mensurados.

Fonte: Revista Tecnologística

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

25ª EXPOFOOD 2013



VAREJO SUSTENTÁVEL
Nunca o título da apresentação foi tão necessário
A 25ª edição do Evento Super Rio Expofood 2013 será um verdadeiro show de Conhecimento, Oportunidade de Negócios e Sustentabilidade por parte dos varejistas, atacadistas, assim como também pelas indústrias e prestadoras de serviços presentes.
Em meio a inúmeras citações, o termo Sustentabilidade tem significado ainda não muito claro para os varejistas. Assim deve o segmento de varejo buscar referências para que possam desenvolver Práticas Sustentáveis genuínas e deste modo obter a preferência dos consumidores ao comunicá-las de maneira responsável.
Não faz muito tempo, bastava às empresas oferecer bons produtos e serviços, e tratar de forma ética seus fornecedores e parceiros para obter uma boa imagem perante o mercado. Com o tempo as exigências foram aumentando e passou a ser necessário possuir uma política de recursos humanos e dar atenção adequada aos funcionários de um modo geral, buscando ofertar aos mesmos, além dos salários, os benefícios essenciais, tais como: Vale Transporte, Plano de Saúde, Auxílio Alimentação, e muitos outros.
A cada nova exigência do mercado, a fim de se manter admiradas e respeitadas, as empresas passaram a ter que criar estruturas internas e formalizar ações que atendessem a essas exigências.
A palavra de ordem atual passou a ser COMUNIDADE. Começamos a prestar atenção na forma como as empresas se relacionam com a comunidade a sua volta, não simplesmente respeitando-a, mas atuando de forma ativa para ajudá-la. É uma nova consciência do contexto social e cultural no qual se inserem as empresas, a chamada Responsabilidade Social, como premissa para Sustentabilidade.
Será que uma loja que tenha e pratique políticas de Responsabilidade Social, assim como também tenha Práticas Sustentáveis poderá ser lucrativa comparando-a com as atuais?
Sim! Uma loja sustentável poderá trazer alguns benefícios, tais como:

• Oferecer uma melhor experiência de compras, por ter mais baixos custos operacionais e baixos impactos sobre as pessoas e o meio ambiente;
• Redução do consumo de água e energia;
• Gestão das operações realizadas dentro dos melhores padrões internacionais;
• Estabelecimentos de critérios para seleção de fornecedores e seus produtos, preferencialmente sustentáveis, e certamente será um caminho de diferenciação qualificada.

Hoje não está mais em discussão se o varejo irá aderir ou postergar a sua assunção quanto a Responsabilidade Social e as ações de Sustentabilidade, mas sim, o quão mais rápido estas aderências se darão.
Contando com a promoção e realização da ASSERJ – Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro em parceria com a ESCALA EVENTOS, o evento terá este ano, comparativamente com o ano anterior, um maior número de expositores com produtos, serviços, equipamentos e tecnologia das melhores marcas nacionais e internacionais, para empresários das áreas de supermercados, atacadistas, hotéis, restaurantes, panificadoras, confeitarias, lojas de conveniência, franquias, farmácias e drogarias, e assemelhados, distribuídos por todo o pavilhão 4 no Centro de Convenções do Riocentro.
MARQUE EM SUA AGENDA
25ª SUPER RIO EXPOFOOD - 19 A 21 DE MARÇO DE 2013
VAREJO SUSTENTÁVEL
PAVILHÃO 4 - RIOCENTRO - RJ

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

MOBILIDADE NA RETAGUARDA



Automatizar as operações de retaguarda reduz as perdas e evita prejuízos. Veja como o uso de coletores de dados eletrônicos ajudou a rede paulista Coop a tornar seu centro de distribuição mais ágil e eficiente.
Simplificar as atividades na retaguarda das lojas e nos centros de distribuição. É isso o que a utilização de soluções móveis pode garantir aos supermercados. Apesar disso, a adoção desse tipo de tecnologia nessas áreas ainda é estranha a muitos varejistas. Pesquisa da Motorola Solutions mostra que todo o autosserviço do País já incorporou os leitores de códigos de barras às suas frentes de caixas. Mas, quando se fala dos CDs e depósitos de lojas, menos de 60% das redes entrevistadas utilizam aparelhos desse tipo, como os coletores de dados.
Esses dispositivos também lêem códigos de barras e agrupam na memória informações das mercadorias que chegam ao estoque. Marca, quantidade, validade e o local exato de armazenagem são alguns exemplos.
Segundo Roberto Mielle, gerente de canais da Motorola Solutions, fabricante desses dispositivos, o processo logístico entre o recebimento de uma mercadoria e sua expedição para a loja pode ser acelerado em até cinco vezes com a ajuda dos coletores.
Então por que eles ainda não estão completamente disseminados? Para Mielle, o varejista ainda vê a ferramenta como cara e de retorno demorado. Mas ele garante que os benefícios compensam, como mostra a experiência da rede Coop, 28 unidades na Grande São Paulo e interior paulista. Desde julho, a empresa utiliza 55 coletores em seu centro de distribuição com bons resultados. Cada aparelho custou US$ 1.500. A rede teve que investir também em antenas e uma rede sem fio, para viabilizar a troca de informações entre os dispositivos e as lojas.
Mas, após implementar o sistema, a Coop reduziu a praticamente zero o índice de erros na separação de volumes que vão do CD para as unidades (antes o índice era de 3,5%).
E mais: "no recebimento de cargas, a conferência com os coletores pode evitar gastos extras de R$ 20.000 em uma única compra, se considerarmos o prejuízo que temos quando acontecem erros nessa etapa" , explica Rogério Lopes, gerente da cadeia de suprimento da rede.
Como o sistema ainda é recente na Coop, resultados mais definitivos ainda não puderam ser observados. Mas o uso dos coletores já foi aprovado. "O processo ainda não atingiu toda sua maturidade. Mas achamos que, quando completar um ano de uso, teremos um retorno expressivo sobre o investimento", aposta Lopes. O próximo passo, já iniciado, é implementar os coletores também nos depósitos das lojas da cooperativa.
A solução não serve apenas para grandes varejistas. Segundo Mielle, da Motorola, a automação das retaguardas também já está chegando ao pequeno e médio varejo, cujas vendas crescem em função do aumento do poder de compra da população. E as soluções móveis já estão sendo levadas a outras áreas críticas das empresas. Com duas lojas em Florianópolis (SC), a rede Hippo, por exemplo, usa os dispositivos também nas filas dos caixas para agilizar a operação. Quando há pelo menos dois clientes aguardando o atendimento, entra em ação o "Papa-fila". Pelo sistema, um funcionário registra, com um computador de mão, os códigos de barras dos produtos do consumidor e descarrega as informações em um cartão eletrônico. Enquanto o cliente faz o pagamento, as compras são encaminhadas para os empacotadores. Essa agilidade agrada ao cliente. E isso é só um pouco do que uma tecnologia eficaz pode garantir.
“Nossa loja é pequena, mas temos muito movimento. Em alguns horários, as filas se tornam gigantes.  Com o Papa-fila, conseguimos oferecer mais conforto ao nosso cliente”
Tatiane Pereira - Assessora de marketing do Hippo - (Supermercado Moderno)

domingo, 27 de janeiro de 2013

Voice Picking - tecnologia a serviço da logística

A mais nova ferramenta operacional dos armazéns permite aos funcionários encarregados de separar os pedidos através de sistema de voz.

Trazido para o Brasil pela francesa ID Logistics, o voice picking funciona por comando de voz através de headset (fone de ouvido e microfone). O operador pergunta qual produto deve coletar. A voz é transformada em dados, por um decodificador acoplado à cintura do profissional, e estes são enviados por ondas de rádio a um computador, no qual está instalado um programa de WMS (gerenciador de estoques).

Em seguida, o operador ouve uma voz eletrônica comunicando qual é a sua tarefa, com as coordenadas da localização do produto no armazém. Ao executar o serviço, ele avisa o sistema, que lhe transmite uma nova ordem.



Segundo o fabricante, uma das principais vantagens é deixar o trabalhador com as mãos livres para operar maior rapidez e precisão.

A ferramenta foi implementada no Centro de Distribuição do Carrefour, em Osasco (SP) – uma área com 92 mil metros quadrados. “Neste Centro de Distribuição, são separadas 5 milhões de caixas por mês. Decidimos por essa tecnologia tendo em vista resultados já obtidos em operações semelhantes em outros mercados em que o Carrefour e a ID operam”, explica o diretor de Logística do Carrefour, Túlio Renato Bolzoni.

Em 2006, a ID Logistics cresceu 67% no Brasil - de R$ 30 milhões de faturamento anual para R$ 50 milhões. A operação brasileira já é a segunda maior do grupo, que fatura 250 milhões de euros e está presente ainda na Coréia, China, Espanha, Taiwan, Tailândia e nas ilhas Maurício e da Reunião.

Na França, atende as grandes redes varejistas, como Casino, Carrefour, Castorama, Intermarché e Auchan, entre outros clientes. Em maio deste ano, iniciará operações na Turquia e, em junho, na Indonésia.

Ainda no ano passado, a ID Logistics passou a fazer a gestão de estoques no Brasil para a petroquímica Chevron Texaco. Agora, está fechando contrato com um grande fabricante americano de auto-peças. E também se prepara para expandir suas atividades para a Argentina.


Por: NetComex

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

IMPLANTAÇÃO DE COLOTORES DE DADOS NA OPERAÇÃO


Depois de organizar, layoutizar, implantar WMS, criar novos processos e perpetuar novas rotinas. Chegou hora de implantar o uso do coletor de dados nas operações da CD na empresa CAB.

Lembrar de como era a CD da empresa a exatos 12 meses, e ver como conseguimos evoluir nesse prazo, nos trás uma grande sensação de orgulho e satisfação profissional. Ruas endereçadas, mercadorias com rastreabilidade, maior controle de compras e todas as vantagens que o uso de um sistema WMS e muita organização pode gerar.

A Parceria entre as empresas Arius Sistemas e a CAB garantiram o sucesso alcançado até agora e possibilita a implantação de nossas ações.

O próximo passo é o uso de coletores de dados nas operações e não mais o uso do papel vai garantir maior agilidade nas rotinas de recebimento, armazenamento, separação, conferência e expedição na CD. “Além da maior agilidade nas rotinas, destaca-se o menor uso de papel nos processos, como um diferencial ecologicamente correto e uma redução no total dos custos.”

A implantação será iniciada pelo recebimento das mercadorias e depois dos ajustes necessários nessa operação, iremos para a separação de mercadorias, onde se estima reduzir o tempo total dessa operação, com o mesmo número de colaboradores.

“Marcelo Bacellar”

VAREJO vs INDÚSTRIA


Muitas vezes a relação entre varejo e indústria parece uma relação de confronto, onde os oponentes querem coisas diferentes.

Uma relação que na verdade deve ser de parceria e complementação das ações. A indústria produzindo, abastecendo o varejo, acompanhando as vendas e municiando o varejo com informações. O varejo comprando, expondo e vendendo os produtos da indústria, que não possui lojas para fazer suas próprias vendas.

Entre essa relação existem alguns detalhes que atrapalham o desenvolvimento de um trabalho mais alinhado, tais como:
       

            Por parte do VAREJO

- Cobranças excessivas para inclusão de um novo produto;

            - Falha nos processos de reposição de gôndolas;

            - Falha no controle de estoques;

            - Precificação errada;

            - Falha no cálculo da demanda;

            - Trabalhar com verbas para futuras perdas...

            Por parte da INDÚSTRIA

            - Relutância para retirar um produto para incluir outro;

            - Falta de promotores para auxiliar no ressuprimento;

            - Venda de quantidades acima da necessidade do varejo;

            - Falha na informação para o varejo;

            - Ânsia de vender mais e mais a cada mês, sem ação;

            - Vender e não querer participar da responsabilidade sobre o produto...

Uma relação que deveria se basear no sucesso da parceria entre VAREJO & INDÚSTRIA que se perdeu ao longo dos anos, com a tentativa de aumento de lucros a qualquer custo nessa relação.

Empresas multinacionais percebendo que precisavam tomar a frente para melhorar essa relação estipularam tipos diferentes MIXs para cada tipo de varejo. Uma forma inteligente de abastecer o varejo com produtos que não vão ficar parados nas gôndolas, e nem excedendo a capacidade do metro linear das pequenas e médias lojas.

Em contra partida o varejo pode estar adotando duas ferramentas bastante úteis para melhorar suas vendas, margens e giro de produtos que são: ressuprimento automático e o planograma. Ferramentas que podem ser implantadas com relativa facilidade em varejos pequenos e médios que usam ERPs.

O Varejo precisa entender que a indústria não tem como pagar várias verbas e absorver sem repassar no preço final do produto. Por outro lado, a indústria deve manter um acompanhamento constante sobre seus produtos e trabalhando com o MIX adequado para cada cliente, não há como vender os mesmos produtos para as classes A, B, C, D e E. Os produtos trabalhados por um Hipermercado não podem ser trabalhados em sua totalidade em lojas com mil metros quadrados que vendem 1 ou 1,2 milhão/mês ou menos.

O varejo vem procurando profissionalizar sua gestão, reduzir gastos na operação e contratando profissionais mais qualificados e/ou qualificando seus colaboradores.

Essa crescente profissionalização do varejo vem deixando cada vez mais no passado o uso do feeling como principal ferramenta de gestão do pequeno varejista, e fazendo desse caminho um caminho sem volta.

“Marcelo Bacellar.”